por Olavo de Carvalho em 27 de março de 2007
Resumo: A discriminação e marginalização dos homossexuais é real e grave nos países islâmicos e comunistas, mas as alianças políticas do movimento gay fazem com que ele prefira se manter calado quanto a esse ponto, atacando, ao contrário, as nações que mais mimam e protegem os homossexuais.
Atos libidinosos num templo religioso tipificam nitidamente o crime de ultraje a culto, previsto no art. 208 do Código Penal. A proposta de lei 5003/2001 (hoje essa lei se encontra no Senado Federal como PLC 122/2006) consagra esse crime como um direito dos homossexuais e castiga com pena de prisão quem tente impedir a sua prática. (grifo nosso)
Se o Congresso a aprovar, terá de revogar aquele artigo ou decidir que ele se aplica só aos heteros, oficializando a discriminação sexual sob a desculpa de suprimi-la.
Terá de revogar também o artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que assegura aos crentes “a liberdade de manifestar sua religião.... isolada ou coletivamente, em público ou em particular”.
A ética sexual das religiões tradicionais é parte integrante da sua doutrina e prática. Proibir uma coisa é criminalizar a outra. Aprovada a PL, no dia seguinte as igrejas estarão repletas de militantes gays aos beijos e afagos, ostentando poder, desafiando os fiéis a ir para a prisão ou baixar a cabeça ante o espetáculo premeditadamente acintoso.
O crente que deseje evitar essa humilhação terá de praticar sua devoção em casa, escondido, como no tempo das catacumbas.
A desculpa de proteger uma minoria oprimida é cínica e fútil. De um lado, nunca os homossexuais sofreram violência na escala em que estão expostos a ela os cristãos hoje em dia.
Todo genocídio começa com o extermínio cultural, com o escárnio e a proibição dos símbolos e valores que dão sentido à vida de uma comunidade.
Na década de 90 os cristãos foram assassinados à base de cem mil por ano nos países comunistas e islâmicos, enquanto na Europa e nos EUA a esquerda chique votava lei em cima de lei para criminalizar a expressão da fé nas escolas, quartéis e repartições públicas. A PL 5003/2001 é genocídio cultural em estado puro, indisfarçável.
De outro lado, qualquer homossexual que esteja ansioso para trocar amassos com seu parceiro dentro de uma igreja em vez de fazê-lo em casa ou num motel não é bem um homossexual: é um exibicionista sádico que tem menos prazer no contato erótico do que em ofender os sentimentos religiosos dos outros.
É preciso ser muito burro e tacanho para confundir o desejo homoerótico com a volúpia da blasfêmia e do escândalo. O primeiro é humano. A segunda é satânica por definição. É a manifestação inconfundível do ódio ao espírito.
Uma lei que a proteja é iníqua e absurda. Se o Congresso a aprovar, não deixará aos religiosos senão a opção da desobediência civil em massa.
A ex-deputada petista Iara Bernardi, autora da proposta, diz que a nova lei “é uma importante abertura no caminho para o Estado verdadeiramente laico”.
Laico, o Estado já é. Não possui religião oficial, não obriga ninguém a ter ou não ter religião. Mas o Estado com que sonha a ex-parlamentar é algo mais. É o Estado que manda à prisão o crente que repita em voz alta – mesmo dentro do seu próprio templo – os mandamentos milenares da sua religião contra as condutas sexuais agora privilegiadas pela autoridade.
Esse Estado não é laico: quem coloca o prazer erótico de alguns acima da liberdade de consciência religiosa de todos os outros instaura, no mesmo ato, um novo culto. Ergue uma nova divindade acima do Deus dos crentes. É o deus-libido, intolerante e ciumento.
PSICOLOGIA GAY
Em comparação com a perseguição anticristã no mundo, a suposta discriminação dos gays é, na melhor das hipóteses, uma piada. Ao longo dos últimos cem anos, nas democracias capitalistas, nenhum homossexual jamais sofreu, por ser homossexual, humilhações, perigos e danos comparáveis, por exemplo, aos que a militância gay enlouquecida vem impondo ao escritor evangélico brasileiro Júlio Severo pelo crime de ser autor do livro O Movimento Homossexual .
Não posso por enquanto contar o caso em detalhes porque prejudicaria o próprio Júlio, a esta altura metido numa encrenca judicial dos diabos. Mas, garanto, é uma história assustadora.
A discriminação e marginalização dos homossexuais é real e grave nos países islâmicos e comunistas, especialmente em Cuba, mas as alianças políticas do movimento gay fazem com que ele prefira se manter calado quanto a esse ponto, descarregando suas baterias, ao contrário, justamente em cima das nações que mais mimam e protegem os homossexuais.
Dois livros que recomendo a respeito são Gay New York: Gender, Urban Culture and the Making of the Gay Male World, 1890-1940 , de George Chauncey, New York, Basic Books, 1994, e Bastidores de Hollywood: A Influência Exercida por Gays e Lésbicas no Cinema, 1910-1969 , de William J. Mann, publicado em tradução brasileira pela Landscape Editora, de São Paulo, em 2002.
Nenhum dos dois foi escrito por inimigos da comunidade gay. Ambos mostram que, em dois dos mais importantes centros culturais e econômicos dos EUA os gays tinham já desde o começo do século XX um ambiente de muita liberdade, no qual, longe de ser discriminados, gozavam de uma posição privilegiada – justamente nas épocas em que a perseguição a cristãos e judeus no mundo subia às dimensões do genocídio sistemático.
Em hipótese alguma a comunidade gay pode se considerar ameaçada de extinção ou vítima de agressões organizadas comparáveis àquelas que se voltaram e voltam contra outros grupos humanos, especialmente religiosos.
Ao longo de toda a minha vida, nunca vi nem mesmo alguém perder o emprego, no Brasil, por ser homossexual. Ao contrário, já vi grupos homossexuais dominando por completo seus ambientes de trabalho, inclusive na mídia.
Se, apesar disso, o sentimento de discriminação continua real e constante, ele não pode ser explicado pela situação social objetiva dessa comunidade: sua causa deve estar em algum dado existencial mais permanente, ligado à própria condição de homossexual.
Talvez esta última contenha em si mesma algum estímulo estrutural ao sentimento de rejeição. A mim me parece que é exatamente isso o que acontece, e por um motivo bastante simples.
A identidade heterossexual é a simples tradução psíquica de uma auto-imagem corporal objetiva, de uma condição anatômica de nascença cuja expressão sexual acompanha literalmente a fisiologia da reprodução.
Ela não é problemática em si mesma. Já a identidade homossexual é uma construção bem complicada, montada aos poucos com as interpretações que o indivíduo dá aos seus desejos e fantasias sexuais.
Ninguém precisa “assumir” que é hetero: basta seguir a fisiologia. Se não houver nenhum obstáculo externo, nenhum trauma, a identidade heterossexual se desenvolverá sozinha, sem esforço.
Mas a opção homossexual é toda baseada na leitura que o indivíduo faz de desejos que podem ser bastante ambíguos e obscuros.
A variedade de tipos heterogêneos abrangidos na noção mesma de “homossexual” – desde o macho fortão atraído por outros iguais a ele até o transexual que odeia a condição masculina em que nasceu – já basta para mostrar que essa leitura não é nada fácil.
Trata-se de perceber desejos, interpretá-los, buscar suas afinidades no mundo em torno, assumi-los e fixá-los enfim numa auto-imagem estável, numa “identidade”. Não é preciso ser muito esperto para perceber que esse desejo, em todas as suas formas variadas, não é uma simples expressão de processos fisiológicos como no caso heterossexual (descontadas as variantes minoritárias deste último), mas vem de algum fator psíquico relativamente independente da fisiologia ao ponto de, na hipótese transexual, voltar-se decididamente contra ela.
A conclusão é que o desejo em si mesmo, o desejo consciente, assumido, afirmado – e não o desejo como mera manifestação passiva da fisiologia –, é a base da identidade homossexual.
Mas uma identidade fundada na pura afirmação do desejo é, por sua própria natureza, incerta e vacilante, porque toda frustração desse desejo será vivenciada não apenas como uma decepção amorosa, mas como um atentado contra a identidade mesma.
Normalmente, um heterossexual, quando suas pretensões amorosas são frustradas, vê nisso apenas um fracasso pessoal, não um ataque à heterossexualidade em geral. No homossexual, ao contrário, o fato de que a maioria das pessoas do seu próprio sexo não o deseje de maneira alguma já é, de algum modo, discriminação, não só à sua pessoa, mas à sua condição de homossexual e, pior ainda, à homossexualidade em si.
É por isso que os homossexuais se sentem cercados de discriminadores por todos os lados, mesmo quando ninguém os discrimina, no sentido estrito e jurídico em que a palavra discriminação se aplica a outras comunidades.
A simples repulsa física do heterossexual aos atos homossexuais já ressoa, nas suas almas, como um insulto humilhante, embora ao mesmo tempo lhes pareça totalmente natural e improblemática, moralmente, a sua própria repulsa ao intercurso com pessoas do sexo oposto e até com outro tipo de homossexuais, que tenham desejos diferentes dos seus.
Tempos atrás li sobre a polêmica surgida entre gays freqüentadores de saunas, que não admitiam a presença de transexuais nesse ambiente ultracarregado de símbolos de macheza. “Tenho nojo disso”, confessavam vários deles.
Imagine o que diria o movimento gay se declaração análoga viesse de heterossexuais. Seria um festival de processos. Mas o direito do gay a um ambiente moldado de acordo com a forma do seu erotismo pessoal não parecia ser questionável.
Nem muito menos o era o seu direito à repulsa ante os estímulos adversos – a mesma repulsa que o macho hetero sente ante a hipótese de ir para a cama com homos e transexuais, mas que neste caso se torna criminosa, no entender do movimento gay.
Em suma, para os gays, expressar a forma específica e particular dos seus desejos – e portanto expressar também a repulsa inversamente correspondente – é uma questão de identidade, uma questão mortalmente séria, portanto um “direito” inalienável que, no seu entender, só uma sociedade opressiva pode negar.
A repulsa do hetero ao homossexualismo, ao contrário, é uma violência inaceitável, como se ela não fosse uma reação tão espontânea e impremeditada quanto a dos gays machões pelos transexuais pelados numa sauna (um depoimento impressionante a respeito vem nas Memórias do Cárcere de Graciliano Ramos: o escritor, insuspeito de preconceitos reacionários, tinha tanto nojo físico dos homossexuais que, na prisão, rejeitava a comida feita pelo cozinheiro gay).
De acordo com a ideologia do movimento, só os gays têm, junto com o direito à atração, o direito à repulsa. Os heteros que guardem a sua em segredo, ao menos por enquanto. O ideal gay é eliminá-la por completo.
Mas isto só será possível quando todos os seres humanos forem homossexuais ao menos virtualmente. Daí a necessidade de ensinar o homossexualismo desde a escola primária.
Os objetivos do movimento gay vão muito além da mera proteção da comunidade contra perseguições, aliás inexistentes na maioria dos casos, a não ser que piadinhas ou expressões verbais de rejeição constituam algo assim como um genocídio.
Instaurar o monopólio gay do direito à repulsa exige a reforma integral da mente humana. A ideologia gay é a forma mais ambiciosa de radicalismo totalitário que o mundo já conheceu.
GALINÁCEOS INDIGNADOS
O reconhecimento que acabo de receber da Associação Comercial de São Paulo, com uma edição especial de artigos escritos para o Mundo Real das segundas-feiras, parece que suscitou alguma revolta no galinheiro.
Com dez anos de atraso, isto é, com a velocidade usual das suas conexões neuronais, Fernando Jorge protesta contra a minha desmontagem do panfleto vagabundo, invejoso e mendaz que ele escreveu contra o Paulo Francis (v. “Galo de bigodes” em O Imbecil Coletivo, 5ª. edição).
Aproveita a ocasião para avisar que é “um galináceo viril, com crista rubra, peito altivo, esporão agudo, ameaçador”. Sei que isso é verdade. Meu cachorro já comeu vários desses bichos.
Ainda mal refeito do ovo monstruoso e disforme que botou com o título de “O Poder Secreto!” (sim, com exclamação, para que ninguém pense que é pouca porcaria), Armindo Abreu, compilador de velhas teorias da conspiração que ele apresenta como suas e originalíssimas, cacareja que meus artigos de 1999 foram plagiados do seu livro de 2005, que eu nunca disse uma palavra contra o establishment americano e que o Foro de São Paulo é “uma entidade quase ficcional”.
Pela exatidão de qualquer das três afirmações mede-se a veracidade das outras duas. Como ele também me acusa de calúnia, injúria e difamação, mas não diz a quem caluniei, injuriei ou difamei, é ele quem, no mesmo ato, comete esses três crimes contra mim, mas suponho que o faça também sob o efeito do seu trauma obstétrico – estado alterado de consciência do qual ele dá sinal alarmante ao gabar-se de ser “um intelectual de verdade” (sic).
sábado, 5 de janeiro de 2008
Aborto, homossexualismo, ambientalismo e Caio Fábio
Julio Severo
Recentemente, Caiu Fábio atacou a mobilização evangélica contra o gayzismo, como se os verdadeiros discípulos de Jesus não pudessem se envolver em tal mobilização dentro da sociedade. Gayzismo é o movimento organizado de militantes pró-homossexualismo que lutam para impor sua ideologia em todos os cidadãos.
Agora, o mesmo Caiu entrou em contradição. Ele presenciou alguns problemas ambientais na Amazônia e, sem pestanejar, pede mobilização imediata de todos. Em carta dirigida a uma ministra do governo Lula, ele diz:
Que ações nós, discípulos de Jesus e cidadãos brasileiros, podemos assumir em parceria com o Ministério do Meio Ambiente?
No final da carta, ele recomenda a leitura de seu artigo “AL GORE: falando como profeta para a América e o mundo!” como fonte “confiável” para nossa mobilização.
Al Gore é político bem conhecido por sua voz “profética” a favor do aborto e do homossexualismo. Ele é um dos liberais e esquerdistas mais radicais dos EUA.
A teologia de Caiu é simples: Não participe de nenhuma mobilização contra o aborto ou contra o homossexualismo, pois Jesus nunca aprovaria isso. Além disso, Caiu não aprova tais ações. E quando ele não aprova, ele também interpreta que Jesus não aprova.
Jesus também não aprova o envolvimento dos cristãos no extremismo ambientalista liderado pelo “profeta” pró-aborto e pró-homossexualismo Al Gore? Não é o que Caiu pensa.
Em 12 de agosto de 2004, o Movimento Evangélico Progressista (MEP), junto com a bancada evangélica do PT, organizou o seminário A Igreja e os Desafios Atuais, na Câmara dos Deputados. O principal preletor do seminário foi Caio Fábio, que falou sobre ética. Conforme as notas taquigráficas da Câmara dos Deputados, Caio declarou nesse seminário:
Para mim, esse universo é sagrado. Eu poderia simplesmente dizer que ele é descriado, que ele existe por si só, que ele é o que é, que a única coisa que existe é ele, que ele é Deus por existir em si mesmo, por ser a causa de si próprio. É um Deus inconsciente de si mesmo.
O sagrado habita o mundo inteiro.
Se não tenho uma visão que sacraliza o cosmos e toda a criação, eu preciso no mínimo fazer uma segunda reflexão.
Pode-se dizer que a Índia é um país tecnologicamente atrasado, em que há elevadíssimo índice de pobreza, miséria, superpopulação e outras coisas mais. Mas ela continua sendo exemplo de sociedade que olha para o cosmos como algo sagrado, numa visão completamente diferente da nossa.
Por isso, estranhamente, tenho que lhes dizer que o animismo presta serviços à bioética, de natureza muito mais prática, na hora em que, ignorantemente ou não, vê significado espiritual na existência de todos os entes criados. Nós não.
Chegamos a um ponto em que se estabeleceram para nós ironias extraordinárias. A primeira: o Ocidente cristão, especialmente a sua versão protestante, tornou-se a parte da humanidade que mais ofende a criação. O homem existe num universo sem nenhuma sacralidade. A segunda: as sociedades animistas são extremamente menos ofensivas à criação do que nós.
Senão, vejamos: os 3 primeiros capítulos do Livro de Gênesis: ou o indivíduo parte para aquela leitura completamente literal e fundamentalista, que quer transformar a Bíblia num manual científico de como o mundo foi formado, algo absolutamente tolo.
Chama toda a consciência do Evangelho para uma integração dela com a sacralidade da criação e com a reverência pela criação.
Interessante que num dos seus artigos contra George Bush, o socialista evangélico Paul Freston destaca a questão ambientalista como tão importante quanto a questão do aborto e homossexualismo.
Ele diz: “Será que temos o direito de dizer que uma única questão pesa mais do que todas as outras possíveis questões políticas juntas? E, se sim, por quanto tempo temos o direito de ignorar todas as outras questões em função daquela única questão que não se resolve? Ainda, por que o aborto seria aquela questão e não, por exemplo, o meio ambiente?”.[1] Assim, para os evangélicos progressistas, a defesa do meio ambiente é tão importante quanto a defesa da vida dos bebês em gestação.
Indivíduos como Freston são incapazes de perceber o fato de que, por um lado, os esquerdistas são os criadores da vasta maioria dos projetos de lei de aborto e homossexualismo no Brasil, nos EUA e na Europa e, por outro, eles lutam pelo direito à vida de animais e plantas, estabelecendo medidas para punir até quem pisa no ovo de um pássaro.
O maior esforço mundial para “sacralizar” a natureza é a Carta da Terra, um tipo de documento constitucional internacional promovido na ONU cujo propósito é preservar o meio ambiente e respeitar todas as formas de vida. A Carta da Terra faz referência não só ao valor da vida humana, mas também ao “valor intrínseco de todas as outras formas de vida”.[2] Isto é, todos têm o mesmo valor: homens, animais, plantas, etc. Colocar os seres humanos, criados conforme a imagem de Deus, no mesmo nível das outras criaturas sem espírito é abrir as portas para a desvalorização da vida humana.
Portanto, não é de estranhar que o movimento ecológico seja favorável ao aborto a fim de reduzir o que os ambientalistas vêem como a maior ameaça à natureza: a presença humana na Terra.[3]
A Carta da Terra também recomenda políticas de “igualdade de gênero”, que é um termo astuto que abrange não só o sexo masculino e feminino, mas também o homossexualismo.[4]
Por pura coincidência, um dos maiores líderes ecologistas do Brasil é o jornalista gay Fernando Gabeira, ex-militante do PT e hoje integrante do Partido Verde. Em 1969, Gabeira esteve, juntamente com outros comunistas, envolvido no seqüestro do embaixador dos EUA[5]. Os ecologistas se gabam de que com o nascimento do Partido Verde (PV) no Brasil, questões de direitos gays, raciais e feministas e liberalização das drogas tiveram ampla publicidade pela primeira vez na política brasileira.[6]
Os ambientalistas que estão promovendo a Carta da Terra são a entidade budista Soka Gakkai, o Instituto Paulo Freire, Mikhail Gorbachev, o ex-frei Leonardo Boff e uma variedade de outros socialistas.[7] A missão da Carta da Terra também é promover o respeito às religiões dos índios[8] (que é uma maneira sutil e encoberta de protegê-los do evangelismo cristão e impedi-los de serem libertos de sua idolatria demoníaca).
Os índios adoram o planeta Terra como um ser espiritual vivo, sem saberem realmente que sua adoração é dirigida a espíritos de escuridão. Em vez de permitir que os índios sejam libertos de sua idolatria, os ambientalistas querem que a idolatria deles seja protegida e que a escuridão espiritual deles influencie a sociedade. Um relatório sobre a Carta da Terra contém um hino de louvor à Terra[9] e menciona um encontro de educação ecológica onde crianças de escolas públicas ofereceram hinos hindus, cristãos e muçulmanos de adoração à Terra.[10]
O que pensam realmente os ecologistas? O maior defensor dos direitos dos animais hoje, e um dos mais conhecidos ambientalistas, é o Professor Peter Singer, que é tão radical que nem come carne. Ele disse: “Matar um recém-nascido deficiente não é a mesma coisa que matar uma pessoa. Muitas vezes não é, de forma alguma, errado”.[11] Essa declaração é preocupante, pois Singer é considerado um dos maiores especialistas em ética no mundo inteiro.
Assim, para “salvar” a Terra, ecologistas como o Sr. Singer estão dispostos a promover até o aborto legal e o assassinato de crianças recém-nascidas! Para eles, o mais importante é defender o meio ambiente e a vida dos animais.
Eles realmente chegam a ver o crescimento da população humana como um câncer destruindo tudo. Outros socialistas têm opiniões que igualmente desprezam o ser humano e sacralizam a natureza, exatamente como fez Caio Fabio. Aliás, em sua palestra sobre ética, Caio também afirmou:
Enxergo a ética de preservação da vida num mundo no qual a própria presença humana na Terra significa a maior ameaça de devastação.
O extraordinário e ao mesmo tempo irônico e contraditório é que essa presença humana na Terra, inteligente e autoconsciente, é a maior, e talvez seja a única, ameaça à própria Terra e que as demais manifestações de vida na Terra conheçam.
Nunca antes nada foi tão ameaçador por mais catastrófico que tenha sido do que a presença humana na Terra.
É a nossa presença aqui que carrega em si a possibilidade da autodestruição.
Assim, na ética de Caio, a natureza é sagrada, porém o ser humano é ameaça. Em outra ocasião, assim Caio se expressou sobre o homossexualismo, que é uma importante questão ética em nossos dias:
Os únicos homossexuais que eu já vi serem “curados” são os que nunca foram.
Eu não tenho dúvida de que em muito breve ficará definitivamente provado — já se caminha com muita rapidez para isso — que a homossexualidade tem como fator preponderante a genética.
Há pessoas homossexuais que nunca praticaram um único ato homossexual, mas nem por causa disso deixaram de ser. São os eunucos por amor ao Reino de Deus.
É uma pena que não haja liberdade para as pessoas dizerem quem são.[12]
Caio Fábio tem então estranhos motivos para pregar contra a mobilização cristã contra o movimento de militantes gayzistas e para, no mesmo fôlego, pregar a favor de mobilizações ambientalistas promovidas por abortistas e gayzistas.
Ele não consegue enxergar os discípulos de Jesus se mobilizando contra as horríveis imposições gayzistas sobre as famílias e crianças, mas consegue ver Jesus e os discípulos se mobilizando a favor de árvores, capins e lagartixas!
De novo, a teologia de Caiu é simples: Não caia na conversa dos cristãos que pedem mobilização contra o aborto e contra o movimento homossexual, pois Jesus nunca aprovaria isso.
Caia somente na conversa de Caiu.
Quantos mais caírem, melhor para o Caiu.
Fonte: http://www.juliosevero.com.br/; http://www.juliosevero.com/
Recentemente, Caiu Fábio atacou a mobilização evangélica contra o gayzismo, como se os verdadeiros discípulos de Jesus não pudessem se envolver em tal mobilização dentro da sociedade. Gayzismo é o movimento organizado de militantes pró-homossexualismo que lutam para impor sua ideologia em todos os cidadãos.
Agora, o mesmo Caiu entrou em contradição. Ele presenciou alguns problemas ambientais na Amazônia e, sem pestanejar, pede mobilização imediata de todos. Em carta dirigida a uma ministra do governo Lula, ele diz:
Que ações nós, discípulos de Jesus e cidadãos brasileiros, podemos assumir em parceria com o Ministério do Meio Ambiente?
No final da carta, ele recomenda a leitura de seu artigo “AL GORE: falando como profeta para a América e o mundo!” como fonte “confiável” para nossa mobilização.
Al Gore é político bem conhecido por sua voz “profética” a favor do aborto e do homossexualismo. Ele é um dos liberais e esquerdistas mais radicais dos EUA.
A teologia de Caiu é simples: Não participe de nenhuma mobilização contra o aborto ou contra o homossexualismo, pois Jesus nunca aprovaria isso. Além disso, Caiu não aprova tais ações. E quando ele não aprova, ele também interpreta que Jesus não aprova.
Jesus também não aprova o envolvimento dos cristãos no extremismo ambientalista liderado pelo “profeta” pró-aborto e pró-homossexualismo Al Gore? Não é o que Caiu pensa.
Em 12 de agosto de 2004, o Movimento Evangélico Progressista (MEP), junto com a bancada evangélica do PT, organizou o seminário A Igreja e os Desafios Atuais, na Câmara dos Deputados. O principal preletor do seminário foi Caio Fábio, que falou sobre ética. Conforme as notas taquigráficas da Câmara dos Deputados, Caio declarou nesse seminário:
Para mim, esse universo é sagrado. Eu poderia simplesmente dizer que ele é descriado, que ele existe por si só, que ele é o que é, que a única coisa que existe é ele, que ele é Deus por existir em si mesmo, por ser a causa de si próprio. É um Deus inconsciente de si mesmo.
O sagrado habita o mundo inteiro.
Se não tenho uma visão que sacraliza o cosmos e toda a criação, eu preciso no mínimo fazer uma segunda reflexão.
Pode-se dizer que a Índia é um país tecnologicamente atrasado, em que há elevadíssimo índice de pobreza, miséria, superpopulação e outras coisas mais. Mas ela continua sendo exemplo de sociedade que olha para o cosmos como algo sagrado, numa visão completamente diferente da nossa.
Por isso, estranhamente, tenho que lhes dizer que o animismo presta serviços à bioética, de natureza muito mais prática, na hora em que, ignorantemente ou não, vê significado espiritual na existência de todos os entes criados. Nós não.
Chegamos a um ponto em que se estabeleceram para nós ironias extraordinárias. A primeira: o Ocidente cristão, especialmente a sua versão protestante, tornou-se a parte da humanidade que mais ofende a criação. O homem existe num universo sem nenhuma sacralidade. A segunda: as sociedades animistas são extremamente menos ofensivas à criação do que nós.
Senão, vejamos: os 3 primeiros capítulos do Livro de Gênesis: ou o indivíduo parte para aquela leitura completamente literal e fundamentalista, que quer transformar a Bíblia num manual científico de como o mundo foi formado, algo absolutamente tolo.
Chama toda a consciência do Evangelho para uma integração dela com a sacralidade da criação e com a reverência pela criação.
Interessante que num dos seus artigos contra George Bush, o socialista evangélico Paul Freston destaca a questão ambientalista como tão importante quanto a questão do aborto e homossexualismo.
Ele diz: “Será que temos o direito de dizer que uma única questão pesa mais do que todas as outras possíveis questões políticas juntas? E, se sim, por quanto tempo temos o direito de ignorar todas as outras questões em função daquela única questão que não se resolve? Ainda, por que o aborto seria aquela questão e não, por exemplo, o meio ambiente?”.[1] Assim, para os evangélicos progressistas, a defesa do meio ambiente é tão importante quanto a defesa da vida dos bebês em gestação.
Indivíduos como Freston são incapazes de perceber o fato de que, por um lado, os esquerdistas são os criadores da vasta maioria dos projetos de lei de aborto e homossexualismo no Brasil, nos EUA e na Europa e, por outro, eles lutam pelo direito à vida de animais e plantas, estabelecendo medidas para punir até quem pisa no ovo de um pássaro.
O maior esforço mundial para “sacralizar” a natureza é a Carta da Terra, um tipo de documento constitucional internacional promovido na ONU cujo propósito é preservar o meio ambiente e respeitar todas as formas de vida. A Carta da Terra faz referência não só ao valor da vida humana, mas também ao “valor intrínseco de todas as outras formas de vida”.[2] Isto é, todos têm o mesmo valor: homens, animais, plantas, etc. Colocar os seres humanos, criados conforme a imagem de Deus, no mesmo nível das outras criaturas sem espírito é abrir as portas para a desvalorização da vida humana.
Portanto, não é de estranhar que o movimento ecológico seja favorável ao aborto a fim de reduzir o que os ambientalistas vêem como a maior ameaça à natureza: a presença humana na Terra.[3]
A Carta da Terra também recomenda políticas de “igualdade de gênero”, que é um termo astuto que abrange não só o sexo masculino e feminino, mas também o homossexualismo.[4]
Por pura coincidência, um dos maiores líderes ecologistas do Brasil é o jornalista gay Fernando Gabeira, ex-militante do PT e hoje integrante do Partido Verde. Em 1969, Gabeira esteve, juntamente com outros comunistas, envolvido no seqüestro do embaixador dos EUA[5]. Os ecologistas se gabam de que com o nascimento do Partido Verde (PV) no Brasil, questões de direitos gays, raciais e feministas e liberalização das drogas tiveram ampla publicidade pela primeira vez na política brasileira.[6]
Os ambientalistas que estão promovendo a Carta da Terra são a entidade budista Soka Gakkai, o Instituto Paulo Freire, Mikhail Gorbachev, o ex-frei Leonardo Boff e uma variedade de outros socialistas.[7] A missão da Carta da Terra também é promover o respeito às religiões dos índios[8] (que é uma maneira sutil e encoberta de protegê-los do evangelismo cristão e impedi-los de serem libertos de sua idolatria demoníaca).
Os índios adoram o planeta Terra como um ser espiritual vivo, sem saberem realmente que sua adoração é dirigida a espíritos de escuridão. Em vez de permitir que os índios sejam libertos de sua idolatria, os ambientalistas querem que a idolatria deles seja protegida e que a escuridão espiritual deles influencie a sociedade. Um relatório sobre a Carta da Terra contém um hino de louvor à Terra[9] e menciona um encontro de educação ecológica onde crianças de escolas públicas ofereceram hinos hindus, cristãos e muçulmanos de adoração à Terra.[10]
O que pensam realmente os ecologistas? O maior defensor dos direitos dos animais hoje, e um dos mais conhecidos ambientalistas, é o Professor Peter Singer, que é tão radical que nem come carne. Ele disse: “Matar um recém-nascido deficiente não é a mesma coisa que matar uma pessoa. Muitas vezes não é, de forma alguma, errado”.[11] Essa declaração é preocupante, pois Singer é considerado um dos maiores especialistas em ética no mundo inteiro.
Assim, para “salvar” a Terra, ecologistas como o Sr. Singer estão dispostos a promover até o aborto legal e o assassinato de crianças recém-nascidas! Para eles, o mais importante é defender o meio ambiente e a vida dos animais.
Eles realmente chegam a ver o crescimento da população humana como um câncer destruindo tudo. Outros socialistas têm opiniões que igualmente desprezam o ser humano e sacralizam a natureza, exatamente como fez Caio Fabio. Aliás, em sua palestra sobre ética, Caio também afirmou:
Enxergo a ética de preservação da vida num mundo no qual a própria presença humana na Terra significa a maior ameaça de devastação.
O extraordinário e ao mesmo tempo irônico e contraditório é que essa presença humana na Terra, inteligente e autoconsciente, é a maior, e talvez seja a única, ameaça à própria Terra e que as demais manifestações de vida na Terra conheçam.
Nunca antes nada foi tão ameaçador por mais catastrófico que tenha sido do que a presença humana na Terra.
É a nossa presença aqui que carrega em si a possibilidade da autodestruição.
Assim, na ética de Caio, a natureza é sagrada, porém o ser humano é ameaça. Em outra ocasião, assim Caio se expressou sobre o homossexualismo, que é uma importante questão ética em nossos dias:
Os únicos homossexuais que eu já vi serem “curados” são os que nunca foram.
Eu não tenho dúvida de que em muito breve ficará definitivamente provado — já se caminha com muita rapidez para isso — que a homossexualidade tem como fator preponderante a genética.
Há pessoas homossexuais que nunca praticaram um único ato homossexual, mas nem por causa disso deixaram de ser. São os eunucos por amor ao Reino de Deus.
É uma pena que não haja liberdade para as pessoas dizerem quem são.[12]
Caio Fábio tem então estranhos motivos para pregar contra a mobilização cristã contra o movimento de militantes gayzistas e para, no mesmo fôlego, pregar a favor de mobilizações ambientalistas promovidas por abortistas e gayzistas.
Ele não consegue enxergar os discípulos de Jesus se mobilizando contra as horríveis imposições gayzistas sobre as famílias e crianças, mas consegue ver Jesus e os discípulos se mobilizando a favor de árvores, capins e lagartixas!
De novo, a teologia de Caiu é simples: Não caia na conversa dos cristãos que pedem mobilização contra o aborto e contra o movimento homossexual, pois Jesus nunca aprovaria isso.
Caia somente na conversa de Caiu.
Quantos mais caírem, melhor para o Caiu.
Fonte: http://www.juliosevero.com.br/; http://www.juliosevero.com/
Pornografia, Infanticídio, Pedofilia, Prostituição, Homossexualismo e Aborto: os frutos da sociedade pós-moderna.
Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com
“De maneira que o anormal virou normal e o normal virou o anormal. De maneira que tudo o que importa ser, ter ou fazer é relativo”.
Vivemos sob a égide de uma sociedade, onde os valores – sejam eles, individuais ou sociais – cada vez mais, trazem em si o resultado da deturpação moral pela qual a humanidade tem passado nas últimas décadas.
Temos vivido uma completa inversão de valores, de tal modo que não sabemos mais quais as balizas que o comportamento humano deve ou precisa ter num contexto social.
Não temos mais modelos ou padrões. Tudo é relativizado, como se o ser relativo fosse a panacéia do viver em sociedade. Não temos mais referenciais. Não sabemos mais distinguir entre o certo e o errado, entre o belo e o feio, entre a verdade e a mentira, entre o falso e o verdadeiro, entre o honesto e o desonesto, entre o bem e o mal, entre o corrupto e o incorruptível.
E pior que tudo isso: tentar estabelecer um padrão de comportamento, onde balizas, como essas, sejam bem fincadas – como fizeram nossos bisavós, avós e, alguns, pais (digo alguns, porque muitos, já impregnados pelos valores da pós-modernidade, esqueceram o bom caminho em que andaram e a boa prática das primeiras obras) – é ser um ser humano “démodé”, “oldfashioned”, retrógrado, ultrapassado, preconceituoso (como se queira denominar).
Porque, como dizem os que assim pensam, agem e falam: “tudo é relativo”, “tudo depende do ponto de vista”, “o que para você é certo, para mim pode não ser”, como se o ser humano, individualmente, fosse a medida de todas as coisas.
E, aliás, foi, exatamente, porque o ser humano se colocou como a medida de todas as coisas que chegamos ao atual estágio social: a pós-modernidade.
Não queremos avançar no tema, porque vamos fazê-lo a partir da próxima semana, numa nova série de artigos para este veículo de comunicação. Mas, preliminarmente, já podemos dizer que: se vivemos essa crise de valores, essa crise de paradigmas, onde o relativismo cultural nos esmaga, onde o egocentrismo é a mola mestra e propulsora das nossas ações individuais e sociais, onde importa viver a vida, tão-somente, como ser individual, onde o que vale é apenas o prazer pelo prazer – o hedonismo – é porque o ser humano fincou as suas balizas no lugar errado, qual seja: em si mesmo.
O homem não é, em si mesmo, a medida de todas as coisas. Esse tem sido o grande erro da humanidade. E os frutos dessa visão equivocada da existência do ser humano, enquanto ser individual e social estão aí nas esquinas, nas cidades, nas televisões, nas instituições, onde quer que exista um agrupamento de pessoas.
Da força do ser humano, nasceu a sua fraqueza. O “em si mesmo” tornou o ser humano um “dependente”, um ser sem expectativa, sem ideal, sem propósito eterno, porque o que vale é o “carpe diem” e a satisfação diária dos “meus interesses pessoais”, custe o que custar.
E quando eu satisfaço os interesses que estão no meu coração eu vou em busca de outros interesses. E assim a vida passa, sem propósito existencial nenhum. A sociedade pós-moderna enlaçou o ser humano na sua própria fraqueza, no seu próprio egoísmo, no seu próprio hedonismo.
E o resultado de tudo isso é a deturpação moral em que vivemos, a letargia social na qual nos encontramos e o individualismo exacerbado que cultivamos e ensinamos aos nossos filhos.
Mais ainda: como conseqüência desse agravo moral e dessa falta de balizas, de modelos, de padrões de conduta, desse relativismo comportamental, de modo que não conseguimos mais identificar o que é o bem e o que é o mal, o que temos é o aumento indiscriminado das mazelas do comportamento humano.
Felizmente, há, AINDA, os que não se renderam aos valores pagãos da pós-modernidade. Mais, especificamente, em algumas instituições e organizações sociais percebemos que, ainda, existem homens e mulheres preocupados com o futuro da humanidade, o bem-estar social e o bom comportamento humano.
Pensamos que é fulcrados nisso que as igrejas evangélicas e católicas em Sergipe têm se unido num movimento histórico em defesa dos valores da vida e da família, contra toda essa sorte de mazelas comportamentais que a mídia brasileira insiste em patrocinar diuturnamente (é só pensarmos nos exemplos da Rede Globo – e os seus “7 pecados capitais”, ou suas “duas caras” e da Rede Record que, em comerciais, incentiva o aborto), como sendo práticas normais e que edificam as pessoas.
Desse modo, estará sendo lançada em 26 de outubro, das 14 às 17 horas, no plenário da Assembléia Legislativa do Estado de Sergipe, a Jornada Nacional em defesa da Vida e da Família.
Tal Jornada é uma iniciativa da Frente Parlamentar Evangélica, composta por 44 Deputados Federais e 2 Senadores da República Federativa do Brasil, e percorrerá as capitais do Brasil, insurgindo-se contra os Projetos de Lei que tramitam no Congresso Nacional e que vão de encontro aos valores basilares da Vida e da Família.
Os temas abordados nessa Jornada nacional são, exatamente, alguns dos principais frutos comportamentais da sociedade pós-moderna, quais sejam: a pornografia, o infanticídio, a pedofilia, a prostituição, o homossexualismo e o aborto.
Os preletores do evento serão: - PORNOGRAFIA: Profº Cláudio Rufino - Líder da Campanha Nacional de Combate a Pornografia, escritor com mais de 10 obras publicadas na área, Pr. da Assembléia de Deus do Rio de Janeiro - INFANTICÍDIO: Professora e Lingüística Márcia Suzuki, presidenta do Movimento ATINI - Voz Pela Vida, palestrante internacional do tema, (já esteve inclusive na ONU falando sobre o assunto), é também missionária da JOCUM (www.vozpelavida.blogspot.com) - HOMOSSEXUALISMO - Júlio Severo - Pesquisador e escritor, autor do livro "O Movimento Homossexual" (Editora Betânia) e de diversos artigos em sites, jornais e revistas do mundo inteiro. (www.juliosevero.blogspot.com) - PEDOFILIA - Dra. Rozangela Justino - psicóloga, pesquisadora e escritora com especialização em psicodrama e presidente da ABRACEH - Associação de Apoio ao Ser Humano e a Família (www.abraceh.org.br) - ABORTO - Dr. Paulo Fernando - Advogado e escritor, líder da Associação Nacional Pró-Vida e Pró - Família no Brasil, movimento ligado à Igreja Católica(www.providafamilia.org.br) - PROSTITUIÇÃO: Henrique Afonso - Deputado Federal, professor Universitário de filosofia e Pastor Presbiteriano no Estado do Acre.
A participação de Evangélicos e Católicos no debate de questões sérias como essas é de suma e vital importância para o futuro da nossa sociedade e nos demonstra que, felizmente, a letargia social em que estamos imersos ainda não atingiu a todos.
Tentando contribuir nesse sentido é que, da nossa parte, a partir da próxima semana, vamos tentar desconstruir os ideais e valores que fundamentam a chamada pós-modernidade, a era da cultura humana e social na qual estamos imersos.
“De maneira que o anormal virou normal e o normal virou o anormal. De maneira que tudo o que importa ser, ter ou fazer é relativo”.
Vivemos sob a égide de uma sociedade, onde os valores – sejam eles, individuais ou sociais – cada vez mais, trazem em si o resultado da deturpação moral pela qual a humanidade tem passado nas últimas décadas.
Temos vivido uma completa inversão de valores, de tal modo que não sabemos mais quais as balizas que o comportamento humano deve ou precisa ter num contexto social.
Não temos mais modelos ou padrões. Tudo é relativizado, como se o ser relativo fosse a panacéia do viver em sociedade. Não temos mais referenciais. Não sabemos mais distinguir entre o certo e o errado, entre o belo e o feio, entre a verdade e a mentira, entre o falso e o verdadeiro, entre o honesto e o desonesto, entre o bem e o mal, entre o corrupto e o incorruptível.
E pior que tudo isso: tentar estabelecer um padrão de comportamento, onde balizas, como essas, sejam bem fincadas – como fizeram nossos bisavós, avós e, alguns, pais (digo alguns, porque muitos, já impregnados pelos valores da pós-modernidade, esqueceram o bom caminho em que andaram e a boa prática das primeiras obras) – é ser um ser humano “démodé”, “oldfashioned”, retrógrado, ultrapassado, preconceituoso (como se queira denominar).
Porque, como dizem os que assim pensam, agem e falam: “tudo é relativo”, “tudo depende do ponto de vista”, “o que para você é certo, para mim pode não ser”, como se o ser humano, individualmente, fosse a medida de todas as coisas.
E, aliás, foi, exatamente, porque o ser humano se colocou como a medida de todas as coisas que chegamos ao atual estágio social: a pós-modernidade.
Não queremos avançar no tema, porque vamos fazê-lo a partir da próxima semana, numa nova série de artigos para este veículo de comunicação. Mas, preliminarmente, já podemos dizer que: se vivemos essa crise de valores, essa crise de paradigmas, onde o relativismo cultural nos esmaga, onde o egocentrismo é a mola mestra e propulsora das nossas ações individuais e sociais, onde importa viver a vida, tão-somente, como ser individual, onde o que vale é apenas o prazer pelo prazer – o hedonismo – é porque o ser humano fincou as suas balizas no lugar errado, qual seja: em si mesmo.
O homem não é, em si mesmo, a medida de todas as coisas. Esse tem sido o grande erro da humanidade. E os frutos dessa visão equivocada da existência do ser humano, enquanto ser individual e social estão aí nas esquinas, nas cidades, nas televisões, nas instituições, onde quer que exista um agrupamento de pessoas.
Da força do ser humano, nasceu a sua fraqueza. O “em si mesmo” tornou o ser humano um “dependente”, um ser sem expectativa, sem ideal, sem propósito eterno, porque o que vale é o “carpe diem” e a satisfação diária dos “meus interesses pessoais”, custe o que custar.
E quando eu satisfaço os interesses que estão no meu coração eu vou em busca de outros interesses. E assim a vida passa, sem propósito existencial nenhum. A sociedade pós-moderna enlaçou o ser humano na sua própria fraqueza, no seu próprio egoísmo, no seu próprio hedonismo.
E o resultado de tudo isso é a deturpação moral em que vivemos, a letargia social na qual nos encontramos e o individualismo exacerbado que cultivamos e ensinamos aos nossos filhos.
Mais ainda: como conseqüência desse agravo moral e dessa falta de balizas, de modelos, de padrões de conduta, desse relativismo comportamental, de modo que não conseguimos mais identificar o que é o bem e o que é o mal, o que temos é o aumento indiscriminado das mazelas do comportamento humano.
Felizmente, há, AINDA, os que não se renderam aos valores pagãos da pós-modernidade. Mais, especificamente, em algumas instituições e organizações sociais percebemos que, ainda, existem homens e mulheres preocupados com o futuro da humanidade, o bem-estar social e o bom comportamento humano.
Pensamos que é fulcrados nisso que as igrejas evangélicas e católicas em Sergipe têm se unido num movimento histórico em defesa dos valores da vida e da família, contra toda essa sorte de mazelas comportamentais que a mídia brasileira insiste em patrocinar diuturnamente (é só pensarmos nos exemplos da Rede Globo – e os seus “7 pecados capitais”, ou suas “duas caras” e da Rede Record que, em comerciais, incentiva o aborto), como sendo práticas normais e que edificam as pessoas.
Desse modo, estará sendo lançada em 26 de outubro, das 14 às 17 horas, no plenário da Assembléia Legislativa do Estado de Sergipe, a Jornada Nacional em defesa da Vida e da Família.
Tal Jornada é uma iniciativa da Frente Parlamentar Evangélica, composta por 44 Deputados Federais e 2 Senadores da República Federativa do Brasil, e percorrerá as capitais do Brasil, insurgindo-se contra os Projetos de Lei que tramitam no Congresso Nacional e que vão de encontro aos valores basilares da Vida e da Família.
Os temas abordados nessa Jornada nacional são, exatamente, alguns dos principais frutos comportamentais da sociedade pós-moderna, quais sejam: a pornografia, o infanticídio, a pedofilia, a prostituição, o homossexualismo e o aborto.
Os preletores do evento serão: - PORNOGRAFIA: Profº Cláudio Rufino - Líder da Campanha Nacional de Combate a Pornografia, escritor com mais de 10 obras publicadas na área, Pr. da Assembléia de Deus do Rio de Janeiro - INFANTICÍDIO: Professora e Lingüística Márcia Suzuki, presidenta do Movimento ATINI - Voz Pela Vida, palestrante internacional do tema, (já esteve inclusive na ONU falando sobre o assunto), é também missionária da JOCUM (www.vozpelavida.blogspot.com) - HOMOSSEXUALISMO - Júlio Severo - Pesquisador e escritor, autor do livro "O Movimento Homossexual" (Editora Betânia) e de diversos artigos em sites, jornais e revistas do mundo inteiro. (www.juliosevero.blogspot.com) - PEDOFILIA - Dra. Rozangela Justino - psicóloga, pesquisadora e escritora com especialização em psicodrama e presidente da ABRACEH - Associação de Apoio ao Ser Humano e a Família (www.abraceh.org.br) - ABORTO - Dr. Paulo Fernando - Advogado e escritor, líder da Associação Nacional Pró-Vida e Pró - Família no Brasil, movimento ligado à Igreja Católica(www.providafamilia.org.br) - PROSTITUIÇÃO: Henrique Afonso - Deputado Federal, professor Universitário de filosofia e Pastor Presbiteriano no Estado do Acre.
A participação de Evangélicos e Católicos no debate de questões sérias como essas é de suma e vital importância para o futuro da nossa sociedade e nos demonstra que, felizmente, a letargia social em que estamos imersos ainda não atingiu a todos.
Tentando contribuir nesse sentido é que, da nossa parte, a partir da próxima semana, vamos tentar desconstruir os ideais e valores que fundamentam a chamada pós-modernidade, a era da cultura humana e social na qual estamos imersos.
Os tempos mudaram? Os Herodes de ontem e os Herodes de hoje
Julio Severo
A sede de sangue e a covardia dos políticos do passado não mudaram em nada em nossa época. O que mudou foi a entrada de líderes religiosos num jogo de poder que envolve, como sempre, o derramamento de sangue dos inocentes.
No primeiro século da era cristã, o rei Herodes, representante do Estado, queria matar crianças, mas não há registro de líderes religiosos apoiando a matança. Fonte: Mateus 2:16-18.
Em pleno século 21, Lula, representante do Estado, quer a legalização do assassinato de crianças mediante o aborto. Há registro de um líder religioso apoiando: Bispo Edir Macedo. Fonte: Blog Julio Severo
O rei Herodes do passado tinha seus motivos para assassinar crianças. Os Herodes de hoje também têm seus motivos.
Bispo Edir Macedo e a promoção do aborto
Bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, defende abertamente o assassinato de crianças mediante o aborto, conforme entrevista dada ao jornal Folha de S. Paulo em 13 de outubro de 2007:
FOLHA — Em sua biografia, o sr. defende o aborto. Atualmente, a Record e a Record News exibem campanha pelo aborto. Por quê?
MACEDO — Sou favorável à descriminalização do aborto por muitas razões. Porém, aí vão algumas das mais importantes:
1) Muitas mulheres têm perdido a vida em clínicas de fundo de quintal. Se o aborto fosse legalizado, elas não correriam risco de morte;
2) O que é menos doloroso: aborto ou ter crianças vivendo como camundongos nos lixões de nossas cidades, sem infância, sem saúde, sem escola, sem alimentação e sem qualquer perspectiva de um futuro melhor? E o que dizer das comissionadas pelos traficantes de drogas?
3) A quem interessa uma multidão de crianças sem pais, sem amor e sem ninguém?
4) O que os que são contra o aborto têm feito pelas crianças abandonadas?
5) Por que a resistência ao planejamento familiar? Acredito, sim, que o aborto diminuiria em muito a violência no Brasil, haja vista não haver uma política séria voltada para a criançada.
FOLHA — “Deus deu a vida e só Ele pode tirá-la”, segundo a Bíblia. Não é contraditório um líder cristão defender o aborto?
MACEDO — A criança não vem pela vontade de Deus. A criança gerada de um estupro seria de Deus? Não do meu Deus! Ela simplesmente é gerada pela relação sexual e nada mais além disso. Deus deu a vida ao primeiro homem e à primeira mulher. Os demais foram gerados por estes.
O que a Bíblia ensina é que se alguém gerar cem filhos e viver muitos anos, até avançada idade, e se a sua alma não se fartar do bem, e além disso não tiver sepultura, digo que um aborto é mais feliz do que ele (Eclesiastes 6.3). Não acredito que algo, ainda informe, seja uma vida.
FOLHA — O sr. é a favor do uso de embriões humanos pela medicina?
MACEDO — Sou a favor, sim.
Os desejos do Bispo Edir Macedo estão sendo atendidos pelo governo do seu amigo Lula, conforme informação do Pró-Vida de Anápolis:
O governo Lula e a promoção do aborto
Em 8 dezembro de 2004, a secretária Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), diretamente subordinada ao Presidente da República, lançou o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, em que a revisão da lei penal sobre o aborto era uma das “prioridades”.
Em 15 de dezembro de 2004, o Ministro da Saúde Humberto Costa lançou a Norma Técnica de Atenção Humanizada ao Abortamento, toda ela voltada para fomentar a impunidade do aborto.
No dia 24 de março de 2005, o Presidente Lula sancionou a Lei de Biossegurança (Lei 11.105/2005), tendo o cuidado de vetar alguns dispositivos, mas mantendo intacto o art. 5°, que permite a destruição de embriões humanos.
No dia 28 de março de 2005, o Presidente Lula sancionou a Lei 11.106/2005, que, entre outras coisas, excluiu o crime de adultério (art. 240) do Código Penal.
No dia 7 de julho de 2005, o Ministro Humberto Costa assinou a Portaria 1145, que “Dispõe sobre o Procedimento de Justificação e Autorização da Interrupção da Gravidez nos casos previstos em lei [sic], no âmbito do Sistema Único de Saúde”. Tal portaria, que oficializou a prática do aborto no SUS, foi substituída em 1º de setembro de 2005 pela Portaria 1508, do novo Ministro da Saúde Saraiva Filipe, com a novidade de conter um formulário pronto para a falsificação de estupros e o aborto em série.
No dia 27 de setembro de 2005, a secretária especial de Políticas para Mulheres Nilcéa Freire entregou à Câmara dos Deputados o anteprojeto de descriminalização do aborto elaborado por uma Comissão Tripartite… A proposta normativa do governo, consagrando o aborto como um direito inalienável de toda mulher, e propondo sua total liberação, foi adotada em 4 de outubro de 2005 pela deputada Jandira Feghali (PC do B/RJ), como substitutivo ao Projeto de Lei 1135/91.
As declarações do Bispo Macedo foram publicadas um dia depois do Dia das Crianças. Enquanto os cristãos estavam celebrando as crianças como bênção de Deus, um homem que se diz cristão e bispo prega e apóia a morte das crianças.
Sim, os tempos mudaram. No passado — e até mesmo no presente —, os Herodes eram uma espécie que dava para se achar somente no governo. Hoje, eles também estão nas igrejas.
Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com
A sede de sangue e a covardia dos políticos do passado não mudaram em nada em nossa época. O que mudou foi a entrada de líderes religiosos num jogo de poder que envolve, como sempre, o derramamento de sangue dos inocentes.
No primeiro século da era cristã, o rei Herodes, representante do Estado, queria matar crianças, mas não há registro de líderes religiosos apoiando a matança. Fonte: Mateus 2:16-18.
Em pleno século 21, Lula, representante do Estado, quer a legalização do assassinato de crianças mediante o aborto. Há registro de um líder religioso apoiando: Bispo Edir Macedo. Fonte: Blog Julio Severo
O rei Herodes do passado tinha seus motivos para assassinar crianças. Os Herodes de hoje também têm seus motivos.
Bispo Edir Macedo e a promoção do aborto
Bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, defende abertamente o assassinato de crianças mediante o aborto, conforme entrevista dada ao jornal Folha de S. Paulo em 13 de outubro de 2007:
FOLHA — Em sua biografia, o sr. defende o aborto. Atualmente, a Record e a Record News exibem campanha pelo aborto. Por quê?
MACEDO — Sou favorável à descriminalização do aborto por muitas razões. Porém, aí vão algumas das mais importantes:
1) Muitas mulheres têm perdido a vida em clínicas de fundo de quintal. Se o aborto fosse legalizado, elas não correriam risco de morte;
2) O que é menos doloroso: aborto ou ter crianças vivendo como camundongos nos lixões de nossas cidades, sem infância, sem saúde, sem escola, sem alimentação e sem qualquer perspectiva de um futuro melhor? E o que dizer das comissionadas pelos traficantes de drogas?
3) A quem interessa uma multidão de crianças sem pais, sem amor e sem ninguém?
4) O que os que são contra o aborto têm feito pelas crianças abandonadas?
5) Por que a resistência ao planejamento familiar? Acredito, sim, que o aborto diminuiria em muito a violência no Brasil, haja vista não haver uma política séria voltada para a criançada.
FOLHA — “Deus deu a vida e só Ele pode tirá-la”, segundo a Bíblia. Não é contraditório um líder cristão defender o aborto?
MACEDO — A criança não vem pela vontade de Deus. A criança gerada de um estupro seria de Deus? Não do meu Deus! Ela simplesmente é gerada pela relação sexual e nada mais além disso. Deus deu a vida ao primeiro homem e à primeira mulher. Os demais foram gerados por estes.
O que a Bíblia ensina é que se alguém gerar cem filhos e viver muitos anos, até avançada idade, e se a sua alma não se fartar do bem, e além disso não tiver sepultura, digo que um aborto é mais feliz do que ele (Eclesiastes 6.3). Não acredito que algo, ainda informe, seja uma vida.
FOLHA — O sr. é a favor do uso de embriões humanos pela medicina?
MACEDO — Sou a favor, sim.
Os desejos do Bispo Edir Macedo estão sendo atendidos pelo governo do seu amigo Lula, conforme informação do Pró-Vida de Anápolis:
O governo Lula e a promoção do aborto
Em 8 dezembro de 2004, a secretária Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), diretamente subordinada ao Presidente da República, lançou o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, em que a revisão da lei penal sobre o aborto era uma das “prioridades”.
Em 15 de dezembro de 2004, o Ministro da Saúde Humberto Costa lançou a Norma Técnica de Atenção Humanizada ao Abortamento, toda ela voltada para fomentar a impunidade do aborto.
No dia 24 de março de 2005, o Presidente Lula sancionou a Lei de Biossegurança (Lei 11.105/2005), tendo o cuidado de vetar alguns dispositivos, mas mantendo intacto o art. 5°, que permite a destruição de embriões humanos.
No dia 28 de março de 2005, o Presidente Lula sancionou a Lei 11.106/2005, que, entre outras coisas, excluiu o crime de adultério (art. 240) do Código Penal.
No dia 7 de julho de 2005, o Ministro Humberto Costa assinou a Portaria 1145, que “Dispõe sobre o Procedimento de Justificação e Autorização da Interrupção da Gravidez nos casos previstos em lei [sic], no âmbito do Sistema Único de Saúde”. Tal portaria, que oficializou a prática do aborto no SUS, foi substituída em 1º de setembro de 2005 pela Portaria 1508, do novo Ministro da Saúde Saraiva Filipe, com a novidade de conter um formulário pronto para a falsificação de estupros e o aborto em série.
No dia 27 de setembro de 2005, a secretária especial de Políticas para Mulheres Nilcéa Freire entregou à Câmara dos Deputados o anteprojeto de descriminalização do aborto elaborado por uma Comissão Tripartite… A proposta normativa do governo, consagrando o aborto como um direito inalienável de toda mulher, e propondo sua total liberação, foi adotada em 4 de outubro de 2005 pela deputada Jandira Feghali (PC do B/RJ), como substitutivo ao Projeto de Lei 1135/91.
As declarações do Bispo Macedo foram publicadas um dia depois do Dia das Crianças. Enquanto os cristãos estavam celebrando as crianças como bênção de Deus, um homem que se diz cristão e bispo prega e apóia a morte das crianças.
Sim, os tempos mudaram. No passado — e até mesmo no presente —, os Herodes eram uma espécie que dava para se achar somente no governo. Hoje, eles também estão nas igrejas.
Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com
O Evolucionismo e os métodos de datação
Fonte:www.conscienciacrista.org.br
Autor: Robson T. Fernandes
Diversos métodos de datação são empregados na pesquisa científica. Tal variedade deve-se ao fato de que alguns desses testes não podem ser aplicados em determinadas situações, devido ao tipo de material utilizado. Ou seja, testes como o Carbono 14 (14C), por exemplo, não pode ser executado em seres inanimados. Os principais métodos de datação utilizados são: O Relógio de Urânio-Chumbo; O Relógio de Potássio-Argônio; O Relógio de Rubídio-Estrôncio; O Relógio Radiocarbônico; Carbono 14 (14C); Dendrocronologia (datação pelos anéis de crescimento das árvores); Racemização dos Aminoácidos.
A datação por Carbono 14 (14C), a mais conhecida, foi inventada pelo Dr. Willard Frank Libby (1908 - 1980), químico americano nascido em Grand Valley. A razão de existirem tantos métodos é devido ao fato de, por muitos anos, tentarem desenvolver um método que finalmente estivesse de acordo com o pensamento de tais pesquisadores. Na época em que surgiu A Origem das Espécies (de Darwin), a idade da terra estava ‘cientificamente’ determinada em 100 milhões de anos. Em 1932, ‘descobriram’ que a terra tinha 1.6 bilhões de anos. Em 1947, geólogos ‘firmemente’ estabeleceram a idade da terra em 3.4 bilhões de anos. E finalmente, em 1976, eles descobriram que a terra tinha ‘realmente’ 4.6 bilhões de anos. períodos em que essas datas foram estipuladas, você seria chamado de louco ou fanático ou até ignorante se discordasse tanto das idades como dos métodos de datação utilizados. Entretanto, essas idades não pararam de crescer até que se alcançasse o que era desejado. Essas datas indicam que, por cerca de 100 anos, a idade da terra dobrou a cada 20 anos. Se esse ritmo continuasse, a terra teria 700 mil trilhões-trilhões-trilhões de anos pelo ano 4000 d.C. Devemos saber, contudo, que essa data é alicerçada em algumas suposições. Existem dezenas de testes de datação que atribuem uma idade jovem para a Terra. Porém, a minoria, talvez 6 ou 7, atribuem uma idade avançada para o planeta e são esses que são aprovados e adotados pelos evolucionistas. Isso não é honesto.
J.E. O'Rourke, afirmou: “O leigo inteligente já há muito suspeitou do raciocínio em círculos no uso de rochas para datar fósseis e de fósseis para datar rochas. O geólogo nunca se importou em pensar em uma boa resposta, considerando que as explicações não compensam o esforço uma vez que o trabalho traga resultados”.(American Journal of Science, 1976, 276:51).
Ao datarem-se alguns fósseis, procede-se da seguinte forma:- A idade da rocha é baseada na idade, que se supõe, que o animal fossilizado nela possui;- A idade do animal fossilizado na rocha é baseado na idade, que se supõe, que a rocha possui.
Isso chega a ser cômico, para não dizer ridículo. Um raciocínio em círculos.
Os métodos de datação quando são comparados revelam uma absurda discrepância. Podemos observar isso através de alguns exemplos:1. Amostras da Lua, do Projeto Apollo, foram datadas tanto com o método do Urânio-Tório-Chumbo como Potássio-Argônio. Os resultados apresentaram resultados que variaram de 2 milhões a 28 bilhões de anos de um método para outro. Isso é bastante tempo e não há como saber qual o método merecedor de crédito!2. Algumas amostras de lava provenientes de vulcões da margem norte do Grand Canyon (EUA), foram datadas pelo método do Potássio-Argônio e mostram idades UM BILHÃO de anos ‘mais velhas’ do que as rochas mais antigas da base do Grand Canyon. Isso é ridículo. Nunca, jamais, em tempo algum, uma rocha que está na superfície será mais antiga do que a que está na base!3. Lava proveniente de vulcões subaquáticos perto da Havaí, que entraram em erupção no ano de 1801 dC, foram ‘datadas’ pelo método do Potássio-Argônio, sendo que os resultados variaram de 160 milhões, a aproximadamente 3 bilhões de anos. Nesses casos, os laboratórios afirmam que já conhecem a idade certa e, portanto, descartam a outra ou as outras que não estão de acordo com o que querem. Isso nunca foi ciência, o vulcão entrou em erupção em 1801!4. O Vulcão Kilauea – Havaí – que a cerca de 200 anos atrás entrou em erupção, teve o seu fluxo de lava submetido a datação através do método, também, potássio-argônio, sendo que o mesmo fluxo de lava, só por causa da variação de profundidade, teve uma enorme divergência no resultado da datação.• A uma profundidade de 4600 m, a idade estipulada foi de ~21 milhões de anos;• A uma profundidade de 3420 m, a idade estipulada foi de ~12 milhões de anos;• A uma profundidade de 1400 m, a idade estipulada foi de 0 (zero) anos, ou seja, algo que aconteceu a 200 anos atrás estava sendo datado como se não possuísse nem um ano sequer de idade. A mesma “peça”, mesma rocha. só por aumentar a profundidade possuiria 21 milhões de anos.Os testes radiativos, inclusive o mais conhecido – 14C – possuem em comum o mesmo problema, a tabela usada na datação. Os métodos de coleta de material são corretos, os testes laboratoriais, em alguns casos, são corretos e os cálculos para obtenção da quantidade de isótopos são corretos. O problema encontra-se na tabela usada na datação. Todos os testes laboratoriais são feitos de forma correta, contudo ao se descobrir – mediante testes – a quantidade de isótopos existentes em determinado elemento, recorre-se a uma tabela que não segue nenhum critério metodológico ou científico, antes, essa tabela foi elaborada com base em suposições. O autor de tal tabela, usada em testes de datação radioativos, a elaborou da seguinte forma:- Se a amostra tiver 10% de isótopo, então acho que deve ter, por exemplo, 3 bilhões de anos;- Se a amostra tiver 15% de isótopo, então imagino que deve ter, por exemplo, 2,5 bilhões de anos;- Se a amostra tiver 20% de isótopo, então deduzo que deve ter, por exemplo, 2 bilhões de anos;- Se a amostra tiver 80% de isótopo, então suponho que deve ter, por exemplo, 3 milhões de anos ... E assim sucessivamente. Agora perguntamos:- Em qual planeta isso pode ser chamado de ciência?- Quem faz isso pode ser considerado como um cientista sério?
Veja bem, não estamos reprovando a ciência, de forma alguma. Estamos reprovando, sim, cientistas mal intencionados. Aqueles que usam a ciência de forma inconseqüente, má intencionada e a manipulam em favor de interesses próprios e pessoais.
“A teoria da evolução transgride duas leis fundamentais da natureza: a primeira e a segunda Lei da Termodinâmica. A Primeira Lei declara que não importa que mudanças se efetuem, nucleares, químicas ou físicas, a soma total da energia e da matéria (realmente equivalentes) permanece constante. Nada atualmente está sendo criado ou destruído, embora transformações de qualquer espécie possam acontecer. A Segunda Lei declara que cada alteração que acontece tende natural e espontaneamente a sair de um estado ordenado para um estado desordenado, do complexo para o simples, de um estado de energia alto para um estado de energia baixo.”Duane T.Gish, Ph.D.
Autor: Robson T. Fernandes
Diversos métodos de datação são empregados na pesquisa científica. Tal variedade deve-se ao fato de que alguns desses testes não podem ser aplicados em determinadas situações, devido ao tipo de material utilizado. Ou seja, testes como o Carbono 14 (14C), por exemplo, não pode ser executado em seres inanimados. Os principais métodos de datação utilizados são: O Relógio de Urânio-Chumbo; O Relógio de Potássio-Argônio; O Relógio de Rubídio-Estrôncio; O Relógio Radiocarbônico; Carbono 14 (14C); Dendrocronologia (datação pelos anéis de crescimento das árvores); Racemização dos Aminoácidos.
A datação por Carbono 14 (14C), a mais conhecida, foi inventada pelo Dr. Willard Frank Libby (1908 - 1980), químico americano nascido em Grand Valley. A razão de existirem tantos métodos é devido ao fato de, por muitos anos, tentarem desenvolver um método que finalmente estivesse de acordo com o pensamento de tais pesquisadores. Na época em que surgiu A Origem das Espécies (de Darwin), a idade da terra estava ‘cientificamente’ determinada em 100 milhões de anos. Em 1932, ‘descobriram’ que a terra tinha 1.6 bilhões de anos. Em 1947, geólogos ‘firmemente’ estabeleceram a idade da terra em 3.4 bilhões de anos. E finalmente, em 1976, eles descobriram que a terra tinha ‘realmente’ 4.6 bilhões de anos. períodos em que essas datas foram estipuladas, você seria chamado de louco ou fanático ou até ignorante se discordasse tanto das idades como dos métodos de datação utilizados. Entretanto, essas idades não pararam de crescer até que se alcançasse o que era desejado. Essas datas indicam que, por cerca de 100 anos, a idade da terra dobrou a cada 20 anos. Se esse ritmo continuasse, a terra teria 700 mil trilhões-trilhões-trilhões de anos pelo ano 4000 d.C. Devemos saber, contudo, que essa data é alicerçada em algumas suposições. Existem dezenas de testes de datação que atribuem uma idade jovem para a Terra. Porém, a minoria, talvez 6 ou 7, atribuem uma idade avançada para o planeta e são esses que são aprovados e adotados pelos evolucionistas. Isso não é honesto.
J.E. O'Rourke, afirmou: “O leigo inteligente já há muito suspeitou do raciocínio em círculos no uso de rochas para datar fósseis e de fósseis para datar rochas. O geólogo nunca se importou em pensar em uma boa resposta, considerando que as explicações não compensam o esforço uma vez que o trabalho traga resultados”.(American Journal of Science, 1976, 276:51).
Ao datarem-se alguns fósseis, procede-se da seguinte forma:- A idade da rocha é baseada na idade, que se supõe, que o animal fossilizado nela possui;- A idade do animal fossilizado na rocha é baseado na idade, que se supõe, que a rocha possui.
Isso chega a ser cômico, para não dizer ridículo. Um raciocínio em círculos.
Os métodos de datação quando são comparados revelam uma absurda discrepância. Podemos observar isso através de alguns exemplos:1. Amostras da Lua, do Projeto Apollo, foram datadas tanto com o método do Urânio-Tório-Chumbo como Potássio-Argônio. Os resultados apresentaram resultados que variaram de 2 milhões a 28 bilhões de anos de um método para outro. Isso é bastante tempo e não há como saber qual o método merecedor de crédito!2. Algumas amostras de lava provenientes de vulcões da margem norte do Grand Canyon (EUA), foram datadas pelo método do Potássio-Argônio e mostram idades UM BILHÃO de anos ‘mais velhas’ do que as rochas mais antigas da base do Grand Canyon. Isso é ridículo. Nunca, jamais, em tempo algum, uma rocha que está na superfície será mais antiga do que a que está na base!3. Lava proveniente de vulcões subaquáticos perto da Havaí, que entraram em erupção no ano de 1801 dC, foram ‘datadas’ pelo método do Potássio-Argônio, sendo que os resultados variaram de 160 milhões, a aproximadamente 3 bilhões de anos. Nesses casos, os laboratórios afirmam que já conhecem a idade certa e, portanto, descartam a outra ou as outras que não estão de acordo com o que querem. Isso nunca foi ciência, o vulcão entrou em erupção em 1801!4. O Vulcão Kilauea – Havaí – que a cerca de 200 anos atrás entrou em erupção, teve o seu fluxo de lava submetido a datação através do método, também, potássio-argônio, sendo que o mesmo fluxo de lava, só por causa da variação de profundidade, teve uma enorme divergência no resultado da datação.• A uma profundidade de 4600 m, a idade estipulada foi de ~21 milhões de anos;• A uma profundidade de 3420 m, a idade estipulada foi de ~12 milhões de anos;• A uma profundidade de 1400 m, a idade estipulada foi de 0 (zero) anos, ou seja, algo que aconteceu a 200 anos atrás estava sendo datado como se não possuísse nem um ano sequer de idade. A mesma “peça”, mesma rocha. só por aumentar a profundidade possuiria 21 milhões de anos.Os testes radiativos, inclusive o mais conhecido – 14C – possuem em comum o mesmo problema, a tabela usada na datação. Os métodos de coleta de material são corretos, os testes laboratoriais, em alguns casos, são corretos e os cálculos para obtenção da quantidade de isótopos são corretos. O problema encontra-se na tabela usada na datação. Todos os testes laboratoriais são feitos de forma correta, contudo ao se descobrir – mediante testes – a quantidade de isótopos existentes em determinado elemento, recorre-se a uma tabela que não segue nenhum critério metodológico ou científico, antes, essa tabela foi elaborada com base em suposições. O autor de tal tabela, usada em testes de datação radioativos, a elaborou da seguinte forma:- Se a amostra tiver 10% de isótopo, então acho que deve ter, por exemplo, 3 bilhões de anos;- Se a amostra tiver 15% de isótopo, então imagino que deve ter, por exemplo, 2,5 bilhões de anos;- Se a amostra tiver 20% de isótopo, então deduzo que deve ter, por exemplo, 2 bilhões de anos;- Se a amostra tiver 80% de isótopo, então suponho que deve ter, por exemplo, 3 milhões de anos ... E assim sucessivamente. Agora perguntamos:- Em qual planeta isso pode ser chamado de ciência?- Quem faz isso pode ser considerado como um cientista sério?
Veja bem, não estamos reprovando a ciência, de forma alguma. Estamos reprovando, sim, cientistas mal intencionados. Aqueles que usam a ciência de forma inconseqüente, má intencionada e a manipulam em favor de interesses próprios e pessoais.
“A teoria da evolução transgride duas leis fundamentais da natureza: a primeira e a segunda Lei da Termodinâmica. A Primeira Lei declara que não importa que mudanças se efetuem, nucleares, químicas ou físicas, a soma total da energia e da matéria (realmente equivalentes) permanece constante. Nada atualmente está sendo criado ou destruído, embora transformações de qualquer espécie possam acontecer. A Segunda Lei declara que cada alteração que acontece tende natural e espontaneamente a sair de um estado ordenado para um estado desordenado, do complexo para o simples, de um estado de energia alto para um estado de energia baixo.”Duane T.Gish, Ph.D.
O Nome do Blog
Bom o porquê do nome desse blog é o seguinte: quando nós morremos por Cristo e renascemos em Espírito no Senhor, nós somos “adotados” pelo Senhor e por isso nos tornarmos parte da descendência de Davi.
Se preocupe, primeiro e somente, comigo O SENHOR que me preocuparei contigo e tu terás parte comigo, e EU cuidarei de ti.
Ser feliz é adorar o Senhor todo o tempo.
Melhor coisa a fazer quando se acorda é louvar o Senhor
Não confies em nada em ninguém além do Senhor, se não o fizeres ele pode mostrar o quanto isso em que você confia é mutável.
Não reclames daquilo que tens, pois foi Deus que te deu, nem das coisas que ainda não tens, pois Deus não gosta do povo que reclama.
Fique com o coração alegre quando Deus lhe repreende, pois Ele te ama e quer te ensinar, pois você é o filho que tem muito que aprender, e às vezes como filhos merecemos sermos repreendidos, para sermos cada vez mais puros para adorar, agradar e honrar o Senhor.
Se preocupe, primeiro e somente, comigo O SENHOR que me preocuparei contigo e tu terás parte comigo, e EU cuidarei de ti.
Ser feliz é adorar o Senhor todo o tempo.
Melhor coisa a fazer quando se acorda é louvar o Senhor
Não confies em nada em ninguém além do Senhor, se não o fizeres ele pode mostrar o quanto isso em que você confia é mutável.
Não reclames daquilo que tens, pois foi Deus que te deu, nem das coisas que ainda não tens, pois Deus não gosta do povo que reclama.
Fique com o coração alegre quando Deus lhe repreende, pois Ele te ama e quer te ensinar, pois você é o filho que tem muito que aprender, e às vezes como filhos merecemos sermos repreendidos, para sermos cada vez mais puros para adorar, agradar e honrar o Senhor.
22 dez
22 de dezembro 2007
Preparei-me para ir ao culto, enquanto estava indo de ônibus, senti uma compaixão enorme por todas as almas que estavam naquele ônibus, pois nenhuma delas conhecia a Jesus e todas sofreriam muito por isso, comecei a orar e clamar pelo Senhor para que salvassem aquelas almas, tive que me assegurar pois a vontade que tinha era de clamar me ajoelhar e chorar muito por todos eles, cheguei na igreja não havia culto, mas fui no altar me ajoelhei e chorei por aquelas pessoas. Mesmo não havendo culto tive certeza absoluta que o Espírito Santo fez com que eu pegasse aquele ônibus e orasse por aquelas pessoas, voltei para casa e senti vontade de caminhar enquanto caminhava aquele mesmo sentimento eu senti por todas as pessoas que passavam pela rua comecei a orar e clamar pelo Senhor enquanto caminhava, o amor que o Senhor sente por cada um de nós é muito grande, meu coração fica tão entristecido por haver tantas pessoas que ainda não conhecem o Senhor e fico mais triste ainda por aquelas que o conhecem e não se entregam de coração para Ele. Comecei a orar pela cidade onde moro, e pela cidade da minha mãe que é como muitas que ainda não tem nenhuma igreja evangélica. Irmão ore pelas pessoas que ainda não conhecem a Jesus clame por elas, pois um dia quando você era do mundo alguém clamou por ti, existem muitas pessoas que precisam conhecer a Jesus, Ele ama tanto todos nós, não temos muito tempo vamos orar pelas pessoas entregues ao mundo.
Não vamos perder tempo pois Deus tem pressa, oremos pelos pequenos na fé, pelos que ainda não se converteram, pelos que sabem a verdade mas não conhecem o Senhor, por todos os servos do Senhor para que tenham suas forças duplamente renovadas.
Nunca se esqueçam que estamos em guerra!!! Nossa arma mais poderosa é a oração!!!
Seja um bom soldado do Senhor e USE-A!!!
Paz do Senhor
Toda Honra, todo louvor, todo poder, toda glória ao Deus Pai, Filho e Espírito Santo.
Preparei-me para ir ao culto, enquanto estava indo de ônibus, senti uma compaixão enorme por todas as almas que estavam naquele ônibus, pois nenhuma delas conhecia a Jesus e todas sofreriam muito por isso, comecei a orar e clamar pelo Senhor para que salvassem aquelas almas, tive que me assegurar pois a vontade que tinha era de clamar me ajoelhar e chorar muito por todos eles, cheguei na igreja não havia culto, mas fui no altar me ajoelhei e chorei por aquelas pessoas. Mesmo não havendo culto tive certeza absoluta que o Espírito Santo fez com que eu pegasse aquele ônibus e orasse por aquelas pessoas, voltei para casa e senti vontade de caminhar enquanto caminhava aquele mesmo sentimento eu senti por todas as pessoas que passavam pela rua comecei a orar e clamar pelo Senhor enquanto caminhava, o amor que o Senhor sente por cada um de nós é muito grande, meu coração fica tão entristecido por haver tantas pessoas que ainda não conhecem o Senhor e fico mais triste ainda por aquelas que o conhecem e não se entregam de coração para Ele. Comecei a orar pela cidade onde moro, e pela cidade da minha mãe que é como muitas que ainda não tem nenhuma igreja evangélica. Irmão ore pelas pessoas que ainda não conhecem a Jesus clame por elas, pois um dia quando você era do mundo alguém clamou por ti, existem muitas pessoas que precisam conhecer a Jesus, Ele ama tanto todos nós, não temos muito tempo vamos orar pelas pessoas entregues ao mundo.
Não vamos perder tempo pois Deus tem pressa, oremos pelos pequenos na fé, pelos que ainda não se converteram, pelos que sabem a verdade mas não conhecem o Senhor, por todos os servos do Senhor para que tenham suas forças duplamente renovadas.
Nunca se esqueçam que estamos em guerra!!! Nossa arma mais poderosa é a oração!!!
Seja um bom soldado do Senhor e USE-A!!!
Paz do Senhor
Toda Honra, todo louvor, todo poder, toda glória ao Deus Pai, Filho e Espírito Santo.
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